E é, é?! (2)

Por: Henrique Teles    |    22 de maio de 2008

O psicólogo(?) Pablo Rubino, que escreveu no Cinform esses dias agradecendo a atuação de Igor Matheus, foi descoberto por Vinnas como parceiro de composição e de banda do comentadíssimo crítico. O que está acontecendo? São “coisas que não podemos falar”?.

 

 

 


10 Comentarios em “E é, é?! (2)”

  1. Rafael Jr.

    Mas achei o texto dele bem sensato. Pablo é músico (argentino radicado na Bahia), tocava com os baianos da Arsene Lupin e hoje defende as baquetas da sergipana Tchandala (Heavy tradicional). A defesa é no sentido de que os textos mexeram com um verdadeiro cadáver: a música popular sergipana. E nisso eu concordo, apesar de execrar a forma com que o cara escreve, com o gozo através do escárnio. E necrofilia é coisa de gente dodói da cabeça, né?

  2. Henrique Teles

    rsrsrs… boa analogia, Junito, mas questão é só uma: por que omitir que é músico e parceiro, apresentando-se como psicólogo? Pra concordar comigo você nunca precisou assinar como militar tenente Rafael. P-e-r-c-e-b-e-u??

  3. Vinnas

    Também achei o texto de Pablo sensato. Mas concordo com Tico quanto à profissão. Quando eu escrever sobre os alagamentos de Aracaju, provocados pelos canais PLUVIAIS que vivem abarrotados de esgotos, tb assinarei como eng. civil Vinnas rsrsrsrs

    Aqui a gente tem que ser macaco-aranha e segurar em vários galhos msm!

  4. Rafael Jr.

    Não sei se a intenção foi mascarar algo, conheço o cara e é de boa fé, gente boa. Faz sentido o argumento de vcs, mas a antropologia explica: assumimos o papel que nos é mais conveniente, dependendo da situação. Eu raramente digo que sou militar, mas as vezes é bom que eu diga, em algumas situações do dia a dia.

  5. Pablo Rubino

    Olá. Quando escrevi a carta ao Cinform fazia dois anos que não falava com Igor. Fiz minha análise como psicólogo. Essa é minha profissão, não vivo de música. A música é uma paixão, mas não minha profissão. Por isso assinei como psicólogo. Se quisesse mascarar ou esconder algo teria escrito de forma anônima, pois quem me conhece sabe que toquei com Igor. Não havia intenções ocultas. Antes de assinar a carta, olhei as outras e vi que as pessoas assinavam e colocavam a profissão. Foi o que fiz. Acho que alguns comentários refletem a intolerância à qual me referi na carta, pois, mais uma vez, críticas foram feitas à pessoa e não à opinião. No texto não critiquei ninguém em particular, não citei nomes, mas alguns comentários foram de índole pessoal. Sou psicólogo, não é necessário colocar interrogação. Inclusive coloquei que não conocordo com a forma como ele critica, mas, como fui mais tolerante do que outros, recebo críticas pessoais, algumas até com o tom que Igor usa. Não percebem a ironia? Por que não paramos com as críticas pessoais e nos unimos? É possível ter opiniões diferentes e conviver, sem achar o outro errado, manipulador ou mascarador. Afinal, não é isso que tanto criticam em Igor?
    Sem ressentimentos. Pablo Rubino.

  6. João Paulo

    Desnecessário essa tentativa de levantar dúvidas quanto a posição do Pablo em seu texto. Leio sempre os texto do Henrique Teles aqui no blog e tb os acho muito sensatos, mas agora pisou na bola.

    Henrique ouça o Rafael Jr. e não dê muitos ouvidos ao Torto.

    Pablo é formado e exerce a profissão de Psicologo, é um estudioso da música mas não é formado, o que acrescentaria dizer que tem uma composição com Igor (mais de uma por sinal, sendo uma delas selecionada para o Sescanção) ?

    Eles não mais tocam juntos e se você leu o seu texto viu que ele também faz ponderações a forma de expressão do Igor.

    E antes que o Vinnas tente pesquisar minha vida pelo google, tive duas bandas com o Igor, inclusive a que Pablo tocou, hoje moro em Recife mas não deixo de acompanhar o que acontece nessa terra que tenho como minha.

    Sds,

    João Paulo

  7. Henrique Teles

    Beleza, jovens, dou meu fidibeque de imediato a vcs:

    - Entendo se Pablo quis se colocar numa posição de isenção, mas ser parceiro de composição é, musicalmente, como deitar na mesma cama, tornando essa informação de enorme relevância, ao meu ver indispensável.
    - Espero que o papo continue entre a gente por aqui, com um diferencial em relação ao caderno do Cinform: substância. Eventuais deslises ocorrerão, de um lado e de outro, mas se quiséssemos utilizar a mesma baixaria de Igor, perderíamos qualquer razão.
    - Pablo, tenho boas referências suas; João, não sei se lhe conheço pessoalmente, mas pode andar descalço por aqui pelo nosso blog. Vcs são bem vindos.

  8. JP

    Henrique,

    Não nos conhecemos, mas fui aluno do Robson Macacheira, grande cara !!!

    Estou sempre por aqui e prometo comentar mais no blog.

    Shows em Recife serão muito bem-vindos.

    Abs,

    JP

  9. Rafael Jr.

    É isso, jovens (todos nós), é preciso ver mais maturidade nos debates do que o que temos visto no Cinform, nessa última semana foi a mais triste de todas as edições: a resenha do Igor pro Rogério, a resposta de Antônio Carlos du Aracaju e o editorial de Jozailto. No fim das contas joguei o jornal no lixo e me senti mal, desanimado e com vontade de esquecer esse assunto, porque procuro coisas positivas na minha vida e música é uma dessas coisas e não me identifico com nada disso.

  10. Junior Versianni

    Caros amigos músicos e “postantes”…
    Como “testemunha” da cena cultural sergipana – pois apresento há 10 anos (!) um programa de tv a cabo, o “Revista da Cidade”, na TV Cidade, que sempre abriu espaços para os artistas daqui, do artesão vanguardista a velhinhos do Clube do Chorinho – posso lhes dizer que senti um enorme desapontamento ao conhecer a coluna do Cinform (a partir da crítica do Antonio Rogério, não li as anteriores) e ver o desserviço prestado a cultura local, sem levar em conta o esforço de cada um de vocês em construir algo em favor deste estado, sempre rejeitado culturalmente, entre nós e fora daqui.
    A sensação foi de que o que se faz musicalmente em Sergipe – independente do resultado – é um castelo de cartas e que há mais força, eficácia e convicção em quem pretende vê-lo ruir do que valor, talento e
    legitimidade em que doa a vida em tentar construí-lo.
    Nem sei se deveria adicionar meus 5 centavos à esta polêmica, mas, enfim… Espero que alguém coerente perceba o tamanho desta insensatez o quanto antes.

    Sucesso!

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