Coceiras no Juízo (3)

Por: Henrique Teles    |    8 de junho de 2008

Agora, um simples e despretensioso cd demo foi senvergonhamente (es)colhido, mastigado, deglutido, regurgitado, redeglutido, digerido e defecado nas páginas de um semanário. Teria Vina Torto recebido a devida retaliação?! Ou será que podemos contar finalmente com alguém pra encontrar agulha no palheiro ou os pés da cobra? Estariam exemplares da badalada banda de Vina em promoção nos grandes magazines? Ou trata-se de um projeto terapêutico/preventivo para aniquilar pela raiz essa nova profissão de crítico de crítico? Dúvidas, dúvidas, dúvidas, dúvidas…


14 Comentarios em “Coceiras no Juízo (3)”

  1. Rafael Jr.

    Mas achei as 2 últimas críticas, principalmente a de hoje (Fontinelli), menos “pessoais” e esculhambadas. Não deixa de ser dura, mas com menos ofensas ao autor da obra e “maledicências”. Acho melhor assim, e é como tem que ser.

  2. Eduardo Menezes

    Concordo com Rafa,hoje foi menos pessoal.
    como gostaria que fosse, inteligente ,porém impessoal.
    continuo lendo, agora com menos interesse, já tenho a minha opnião formada.
    em tempo, discordo da opnião de Venâncio, mas isso é outra história.
    abraços.
    Dudz.

  3. Rafael Jr.

    Tb não concordei com o Venâncio.
    E Teles, na boa: desencana.

  4. Henrique Teles

    Venâncio?! Que tristeza! Se preocupou tanto com o fim, que no “enchimento de lingüiça” do meio, limitou-se a plagiar o que Joza já houvera dito: nada. Gostaria até de ver uma resenha de Igor ao grupo teatral de Raimundo. Peça a ele Raimundo! Quero ver se vc continuará achando os textos bem-humorados. eheheheh….
    Concordo com Rafael e Edu: há uma sinalização de melhoria, sim, mas num tem essa de desencanar não meu camarada. Como diz o velho compoza, João Silva, “só dou no prego pra ver a tábua rachar”. O cara tem talento, desde o começo falo, mas respeito é o mínimo que se deve aos que, nesses anos todos, têm construído a nossa realidade e a nossa história – mesmo com muuuuuiiiiitooooossss equívocos. A história da produção fonográfica em Sergipe – incluindo aí a escassez material e humana – foi uma disciplina que Igor não frequentou, pela pouca idade, entendo; não estava no currículo de Joza; e Venâncio foi às aulas mas parece ter cochilado até a sirene tocar.
    Edu tá aí e sabe boa parte dessa via crucis.
    Vamo lá Igor! Confio no seu talento e no seu bom senso. Sua consciência qualquer dia lhe dará oportunidade de se retratar pelo escárnio, a galhofa, os achincalhes, a esculhambação – patrocinados – que você tem publicado semanalmente. Você é bom.

  5. Rita Brasileiro

    Poxa, Henrique!

    Concordo com isso aí tudinho que você escreveu! Parabéns!

    Até comentei hoje que Igor seria um ótimo cronista ou crítico de política! hehehe

  6. Rian Santos

    Henrique Teles está caindo na mesma armadilha em que caiu Nino Karva, compositor que pessoalmente admiro, assim como admiro a Maria Sombona. Após a primeira resposta publicada pelo semanário em questão, Nino entrou numas de fazer piadinha, revelando o quão fundo sentiu o golpe.

    Rubens Lisboa, um compositor que possui coluna semanal na Infonet mas raramente volta sua atenão para o que ocorre na cena local, foi ainda mais longe, revelando além do ressentimento, a imaturidade com que a produção é encarada em Sergipe, até mesmo pelos seus agentes.

    Henrique, desencane! Mesmo fazendo algumas ressalvas à crítica realizada por Igor, é preciso adimitir que ele faz um trabalho indispensável a qualquer cadeia produtiva.

  7. Henrique Teles

    Rian, seja bem vindo à roda… vc fala em armadilha e golpe. Armadilha e golpe!!!!! O que é isso irmão? Já me deu foi mais coceira no juízo. O que se quer afinal, com os artistas? Armar arapuca pra depois descer o cacete? óiaaaa! Traiu-se na fala.
    Não se doa tanto com nossos comentários, aqui a gente não usa aqueles adjetivos em voga acolá. Pode chegar e jogar suas idéias, na consideração, na boa, que a gente publica.
    Não é pra deixar de fazer crítica, tá?! Dói, mas é importante que a opinião seja colocada. Nós só estamos pedindo respeito. Vou dizer de novo: respeito. Respeito… respeito. Não precisa fazer pilhéria com nossos artistas. Aliás, se tirar a chacota das críticas de Igor, sobrarão em torno de dois parágrafos proveitosos sempre nas suas resenhas, e teremos ainda um espação bem grande no caderno para divulgar shows, workshops, divulgar patrocinadores da cultura, falar sobre a história da música em Sergipe… o Cinform é parceiro e é muito bom nisso.
    Bem vindo, vamos nessa.

  8. Rafael Jr.

    Não entendo essa inversão das coisas. Os artistas é que são baixos e fazem ofensas pessoais? Os artistas é que fazem piadinhas?

  9. Rian Santos

    Henrique, o que me doem não são os comentários, até porque essa história toda me atinge de maneira muito marginal. Não passo de um consumidor de cultura que possui o privilégio de compartilhar minhas idéias em um diário local (Jornal do Dia) e em um alternativo da cidade (Foha da Praia).

    Me entristece, no entanto, perceber a imaturidade de toda a cadeia produtiva de nossa cultura. A crítica ruim se responde com música boa. Ao contrário de você, acredito sim (e você vai me facultar o direito à opinião) que muitas das nossas vacas sagradas merecem a galhofa, justificam o escárno. Apesar disso, em todas as conversas travadas com amigos sobre o assunto, sempre destaquei a piada rasteira, e na maioria das vezes excessiva, como o calcanhar de Aquiles do texto de Ígor.

    Eu falei em armadilha, não em golpe, e temo não ter sido compreendido. A armadilha mencionada é justamente essa. Responder de maneira apaixonada e rasa a uma crítica que, se não aponta caminhos (outra fragilidade do crítico em questão), também não determina nada.

    Entre o escândalo e a apatia, elejo o trabalho.

  10. Vinnas

    Se alguém topar o desafio de Venâncio e aparecerem outros Igors – para teatro, dança, cinema, etc – a arte em SE vai virar terra de muito cacique pra pouco índio. Aliás, IM tem cara (como eu) de índio mesmo…

  11. JP

    Daqui a pouco tem neguinho fazendo tese de mestrado sobre os textos de Igor e seus efeitos colaterais.

    Esse assunto não já deu o que tinha que dar ??

    Em tempo, há previsão pra show em Recife ? Sei que vai rolar em Fortaleza na feira da música, bem que poderiam vir descendo o NE.

    Abs,

    JP

  12. Henrique Teles

    JP! Ói ele! Manda aí rapaz! Falei com Elma pra ver com a banda se dá pra encaixar shows “no Ricife” e em Natal na ida. Ah, quem dera! Os caras estão fazendo facu de música, e tome-lhe compromissos por cima. Além do mais teríamos que correr atrás de espaços nas duas cidades. Muita gente pergunta quando faremos Recife.
    Mas o tema desse tópico aqui é outro.
    Gostei da sua idéia sobre a tese. Sério. Acho que cabe depois de tudo olharmos para trás e fazermos um balanço. Por enquanto o couro tá zuando e é hora disso mesmo.
    É até o que queria ressaltar a Rian: paixão + bons argumentos costumam dar bom caldo.
    Lembro que a provocação inicial foram os insultos de I’M, para consequentemente virem as respostas.
    Estamos tentando, daqui deste singelo blog, propor um ambiente de “fair play”, o que deveria ser um compromisso do crítico e do jornal antes de qualquer outra pessoa, pela posição privilegiada que eles ocupam. Sou daqueles que acreditam que dá pra trazer a taça jogando bonito. Prefiro a seleção de 2002 à de 1994 – e lá vou eu pra outra paixão…
    Agora – hora de xingar – este caraio! Vou postar outros assuntos e vcs por favor não fiquem comentando somente sobre I’M não! Ninguém disse nada sobre os ascendentes de Rafael Jr. nem comentou nada sobre a insensibilidade da derrubada dos bares da Aruana, por exemplo.
    Se quiserem, mandem aí os motes que eu boto na roda pra ver no que dá.

  13. Rafael Jr.

    Tese de mestrado?
    Acho que não é pra tanto… Mas quem sabe?

  14. Vinnas

    Eita, e não é que o power-trio da Scombona está mesmo todo mundo fazendo a facu com o Dr. Hugo Ribeiro – um ex-Scombona? Q barato, como gira o mundo!

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