E pensar que passamos grande parte de nossas vidas acreditando que os homens poderiam ser fiéis. E o pior de tudo, ficamos magoadas quando descobrimos que não são. Mas, como tudo na vida deve ser visto pelo lado bom, também descobrimos que não precisamos ser. Quem sabe as novas gerações começam a mudar essa realidade? Aí, teremos mais individualidade e respeito.
Boa, Kil. Infelizmente ainda temos medo de falar. Acho válido nos perguntarmos – homens e mulheres – se realmente nos conhecemos: biológico/histórico/social/psicológico/espiritual. Geralmente nos saciamos com o manjar dos usos e costumes e da moral: a mais eficiente fábrica de doidos, depressivos e suicidas que a humanidade já inventou.
Mas como você falou, que venham as novas gerações e que tragam mais acertos e harmonia.
26 de junho de 2008 às 10:03 pm
E pensar que passamos grande parte de nossas vidas acreditando que os homens poderiam ser fiéis. E o pior de tudo, ficamos magoadas quando descobrimos que não são. Mas, como tudo na vida deve ser visto pelo lado bom, também descobrimos que não precisamos ser. Quem sabe as novas gerações começam a mudar essa realidade? Aí, teremos mais individualidade e respeito.
27 de junho de 2008 às 3:40 pm
Boa, Kil. Infelizmente ainda temos medo de falar. Acho válido nos perguntarmos – homens e mulheres – se realmente nos conhecemos: biológico/histórico/social/psicológico/espiritual. Geralmente nos saciamos com o manjar dos usos e costumes e da moral: a mais eficiente fábrica de doidos, depressivos e suicidas que a humanidade já inventou.
Mas como você falou, que venham as novas gerações e que tragam mais acertos e harmonia.