Inaugurando cliques que dispensam apresentações.
Arquivo de julho, 2008
Longe – espero – da hegemonia do eruditismo nas salas de aula – ô coisa burocrática, chata e ineficiente! – o ensino da música nas escolas é a salvação de muitas almas desse inferno musical que vivemos.
Além do mais a música é uma disciplina que liga várias outras: matemática, física, letras etc, tornando o aprendizado mais interessante e envolvente. Todos ganham com a presença da música nas escolas.
A campanha para por a lei em funcionamento está a todo vapor.
Quem quiser saber mais: http://www.queroeducacaomusicalnaescola.com/index2.htm
1 – Não acredito que um cidadão em perfeita saúde mental dirija uma ameaça a quem já não representa ameaça. Não vale a “ficha telefônica”. (não deu tempo nem de colocar o telefone no gancho, vcs viram? fotógrafo bem informado e rápido, quase pega o furibundo).
2 – O que nós intocáveis temos a temer? Se já não somos tocados, pois somos os intocáveis, pior não pode ficar. Tô começando a sentir que gorou o ovo e a farofa embolou por excesso de farinha e por falta de uma colher-de-pau pra mexer.
3 – Alguém copiou um texto do nosso blog e não citou a fonte da informação. Por favor, “quem copiou”, quando publicar, divulgue nosso humilde bloguezinho da Maria.
Há tempos leio o blog de Paulo Henrique Amorim – sujeito de um humor desconcertante. Estes dias terminei chegando a Bob Fernandes do Terra Magazine, outro excelente narrador dos bastidores do poder.
Sobre a importante crise que vivemos nos últimos dias, que alcançou com precisão geodésica o miolo do real poder da nação, escolhi os links abaixo que valem a pena serem lidos.
O Brasil vive a grande oportunidade de uma bela virada de página na sua história.
Naveguem à vontade. Se der, voltem e comentem.
http://www.paulohenriqueamorim.com.br/forum/Post.aspx?id=361
http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI2998733-EI6578,00.html
http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI3001525-EI6578,00.html
http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI3003387-EI6578,00.html
Convém ao I’M – do inglês mesmo, e nos dois sentidos - o mínimo que se espera de quem vai tratar sobre uma obra fonográfica: ler a ficha técnica do material.
Deixo aqui a minha singela contribuição ao crítico Igor Matheus, que desta vez (dis)traiu-se, revelando fatalmente o que já desconfiávamos: sobra forma e falta substância.
Abaixo está a Sulanca que interessa a quem faz crítica e, principalmente, a quem lê: os músicos que realmente gravaram o cd.
PS: Por estar numa semana corrida, farei demais observações no decorrer destes dias.
“Quando se tem objetivos, não há por onde fugir.
E quando se tem perseverança e bons fluidos, que correm por e entre você, é certo: sempre conseguirá seguir o seu traçado. Bem simples mesmo. Não tem fórmula de ‘báscara’ nem nada. O lance é sentimento.”
www.universoparalelouco.blogspot.com
COVERAMA
- É quando alguém nos chama de incapaz e a gente assina embaixo
- É quando o estado de atrofiamento da auto-estima beira a depressão
- Um super-divertido fazer-de-conta que nós fazemos de conta que sabemos que não somos um zero à esquerda
… aceito contribuições sinceras.
Em tempo, este é um movimento de neurônios em busca de um pouco mais de expressão própria do meu povo.
Incrível! Ninguém consegue ser direto com o intangível I’M e dizer que os seus comentários são, em regra, in – não out – in felizes e in eficazes. Ou seja, debocham de maneira covarde e não ajudam a resolver os problemas que seus amontoados de prolixidade tentam apontar na produção fonográfica do estado.
Se por um lado uns tentam descer o pau de qualquer jeito no lombo do rapaz, “dando discurso” aos mandantes e seus lambe-chãos, outros buscam ser comedidos e amorosos, tentando espetar a carapaça do rapaz com palito de dentes. Esperava da amiga Amorosa mais precisão e menos poesia na sua resposta. Ela não precisava se defender que não copia Elba, e sim perguntar se o “gato” conhece sua história.
Deixo aqui uma sugestão para I’M: pague uma dívida informativa para com os seus leitores. Informe-nos, além do ano da produção da bolacha, o orçamento, quem patrocinou, a gravadora, quem produziu, quem arranjou, e se possível alguns dados técnicos do equipamento utilizado. Entender a falta de recursos que muitos artistas enfrentaram, uma verdadeira saga cristiana, nesse deserto de referências que sempre foi nosso estado, seria mais interessante que reutilizar-se do açoite e da zombaria.
Sugiro procurar antecipadamente os artistas, cujos álbuns serão dissecados – como se faz em cadáveres - e obter informações básicas, nos fazendo entender melhor o porquê das críticas feitas. Assim, contextualizando sua fala, I’M, você realmente poderá se tornar um cidadão com grande contribuição ao amadurecimento da nossa produção fonográfica - reconheço seu talento.
Em tempo: é melhor procurar antes o artista e trocar uma idéia do que posar de papagaio de pirata para foto em coluna social, como fez sorrateiramente com Nanah, da Lapada, no Rock Sertão.
Olho de lince ou de abutre? Prefiro o primeiro, que procura coisas vivas. Venha pra o nosso lado. Estamos à disposição.
