COVERAMA

- É quando alguém nos chama de incapaz e a gente assina embaixo
- É quando o estado de atrofiamento da auto-estima beira a depressão
- Um super-divertido fazer-de-conta que nós fazemos de conta que sabemos que não somos um zero à esquerda
… aceito contribuições sinceras.

Em tempo, este é um movimento de neurônios em busca de um pouco mais de expressão própria do meu povo.

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6 Comentarios em ““Dar nos gostos” com o falo alheio… e outras definições”

  1. Bruno Pi

    - É um atestado do desinteresse de uma fatia específica do público local, em geral composta por pessoas na casa dos 20 ávidas por diversão desinteressada e algum torpor, em produzir e/ou presenciar produções com sangue, alma e viço;

    - É o espaço onde ressoa alegremente a ‘adolescência mental sergipana’, nas palavras de Mário Jorge;

    - É a ilha da fantasia musical para os pobres que vivem fora do eixo sudeste-sul, tão carentes dos ‘grandes shows’ que só chegam por aquelas bandas, tadinhos.

    Uma tristeza isso tudo, eu acho.

  2. Henrique Teles

    Eitcha!

  3. jp

    Falou tudo mesmo… a prova foi o fracasso da versão com bandas de conteúdo “original”.

    Acho o coverama é um reflexo de como o público vê a cena local, ou melhor, não vê…

  4. Vinnas

    http://www.infonet.com.br/cultura/ler.asp?id=76491&titulo=especial

  5. Henrique Teles

    Gostar de Alexandre como amigo é bem diferente de reconhecer que um festival de banda cover ajuda à cena e à produção autoral.
    Acho até melhor escrever um tópico mais claro sobre o assunto.

  6. Alexandre Hardman

    Um dia agente cansa de tentar abrir os olhos das pessoas, e simplesmente jogamos tudo para o ar e nos “juntamos” a esse inconsciente coletivo de falta de desejo por uma cultura própria e digna. Não por falta de interesse meu, como sabem, mas por falta de reconhecimento. O coverama é um evento que em vários níveis e com um pouco de boa vontade, podemos perceber que colabora sim para o resgate da suposta “cena”. Negar isso é um erro. Mas paralelo a isso, devem ser construídos os “pilares culturais”. Infelizmente, como disse no início, um dia agente cansa, como eu cansei. no final de tudo, me rendi a apelo corporativo baseado na lei da orferta e da demanda. Espero deixar algum legado das minhas tentativas fracassadas ou incompreendidas de fortalecimento desse movimento que tanto gostamos.

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