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	<title>Maria Scombona &#187; igor</title>
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		<title>E você, pensa assim?! (2)</title>
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		<pubDate>Fri, 30 May 2008 01:25:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique Teles</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8230; Mas os músicos preferem optar pelo contrário com estas visões mesquinhas. E talvez esteja nisto uma explicação plausível para a dificuldade de a música &#8216;local&#8217; deixar de ser &#8217;sergipana&#8217;. Se de almas como estas saem atitudes tão questionáveis com as que deixam vazar nos seus textos contra Igor Matheus, o que se esperar da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8230; Mas os músicos preferem optar pelo contrário com estas visões mesquinhas. E talvez esteja nisto uma explicação plausível para a dificuldade de a música &#8216;local&#8217; deixar de ser &#8217;sergipana&#8217;. Se de almas como estas saem atitudes tão questionáveis com as que deixam vazar nos seus textos contra Igor Matheus, o que se esperar da música que brota da alma deles? Não será por isso que permanecem, dubiamente, intocáveis?</p>
<p>Extraído do Editorial &#8220;Igor Matheus e os intocáveis&#8221; escrito por Jozailto Lima do jornal Cinform de 26/05/2008.<br />
Para melhor contextualizar, sugiro a leitura do editorial completo na versão impressa do jornal.</p>
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		<title>Procura-se um crítico musical</title>
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		<pubDate>Sun, 18 May 2008 06:46:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique Teles</dc:creator>
				<category><![CDATA[ETC e tal...]]></category>
		<category><![CDATA[crítica musical]]></category>
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		<description><![CDATA[Nada disso que passou por sua cabeça agora, se você foi &#8211; ou teve um amigo artista &#8211; alvo de agressões gratuitas . Atente a tudo! Entenda a pressa do presente e a busca do tolo por um lugar ao sol pelo caminho mais curto. Para isso, ele é preciso e é preciso pisar em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="small;"><span style="Times New Roman;">Nada disso que passou por sua cabeça agora, se você foi &#8211; ou teve um amigo artista &#8211; alvo de agressões gratuitas . Atente a tudo! Entenda a pressa do presente e a busca do tolo por um lugar ao sol pelo caminho mais curto. Para isso, ele é preciso e é preciso pisar em algumas cabeças.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="small;"><span style="Times New Roman;">Procura-se mesmo é por um crítico musical que visite a alma do artista para entender sua obra; saiba sua história, suas quinas e cabeçadas na vida; conheça suas esquinas, quadras, ruas, bairros, cidades; saiba ler a sua idade &#8211; musical; perceba suas dores, perfumes, odores; entenda o movimento da moda na roda do tempo e do espaço; um crítico que possa posar nu também; que dê-nos sua alma à leitura.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="small;"><span style="Times New Roman;">Procura-se um crítico de palavras agridoces, que use o ácido da sua saliva para descascar nossos escudos e melindres e desça não às chagas, mas às suas nascentes, porque perebas são só o que se vê, mas não só o que se sente. </span></span><span style="small;"><span style="Times New Roman;">Desconjunta-nos, crítico, sem receio e com a melhor das intenções. O artista é sensível o suficiente e necessário para ler o que queres de nós. Dá-nos a dor das suas impressões, mas também o bálsamo da sua esperança. Porque por onde esta não anda, tudo é cinza; e por onde pisa, faz-se côr sua pegada.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="small;"><span style="Times New Roman;">Procura-se aflitamente um crítico musical, que nos sopre com o hálito da palavra, não com o bafo do berro e do escárnio &#8211; precisamos de novos ventos.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="0cm 0cm 0pt;"><span style="Times New Roman;">Para o nosso bem, precisamos da desconfortável presença de alguém que seja ao menos a pedra no caminho, que nos fará tropeçar e ir adiante, mas que queira nos ver de pé.</span></p>
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		<title>Carta ao Cinform sobre a forma pessoal de crítica ao trabalho de Nino Karva</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Apr 2008 15:55:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Henrique Teles</dc:creator>
				<category><![CDATA[ETC e tal...]]></category>
		<category><![CDATA[cinform]]></category>
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		<description><![CDATA[Carta do Leitor Cinform:
Entre os rios da injúria e do escárnio, que não sei por quais cargas d&#8217;águas resolveram transbordar justo no Caderno de Cultura do Cinform, ilhado por alguns instantes permaneceu o amigo Nino Karva. Não, não foi a sua obra fonográfica o alvo da enxurrada de desdizeres &#8211; respeitaria, se fosse! &#8211; foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Carta do Leitor Cinform:<br />
Entre os rios da injúria e do escárnio, que não sei por quais cargas d&#8217;águas resolveram transbordar justo no Caderno de Cultura do Cinform, ilhado por alguns instantes permaneceu o amigo Nino Karva. Não, não foi a sua obra fonográfica o alvo da enxurrada de desdizeres &#8211; respeitaria, se fosse! &#8211; foi a pessoa de Nino.  Os rios subiram, mas a tempestade tinha mais trovão que água, felizmente. O artista tem ciência da sua história e bem sabe das esquinas por onde passou. E só ele sabe.<br />
Escrevo essa carta porque decerto me preocupa o embassamento que esses esporros acadêmico-juvenis de cunho pessoal podem trazer para a credibilidade de um jornal, que na área cultural tem um papel de grande ressonância e contribuição para a comunidade.<br />
O rapaz escreve bem &#8211; até funde a ferro e fogo mangaba com giló &#8211; mas ainda falta substância para chegar na boa alquimia. Não é assim na marra que se junta Chiclete com Banana. Observe Jackson do Pandeiro e Almira Castilho.<br />
A cultura de polemizar, para alguns, nem que seja no vazio, vale pelo ibope. Mas o que mede mesmo o ibope?<br />
Não obstante o anacronismo de se avaliar com nota uma obra artística, Igor teve a triste idéia de escolher um disco &#8211; ou terá sido o artista? &#8211; lançado a vários anos. Certamente o moleque ainda era menino àquela época, nos induzindo a desconfiar de uma certa falta de noção a respeito do contexto da produção fonográfica no estado quando da gravação do referido álbum e nos dias atuais. É bom que se diga que existem discos mais recentes à disposição.<br />
Acho que vale as perguntas: a gente precisa disso? Precisamos fazer dessa forma? Em que isso contribui para produzimos melhor?<br />
Como parceiro do Cinform em vários projetos, tenho certeza que aquele espaço de meia-página pode fazer muito mais; pode ter muito mais significado para nossa cultura que a injúria e o escárnio contidos na crítica de Igor.<br />
Não estou, entretanto, pedindo a cabeça do rapaz. Espero em breve &#8211; quiçá &#8211; uma fundamentada e contributiva crítica aos álbuns da Maria Scombona. Ainda que na crítica haja crítica.<br />
&#8220;Talvez por ignorância ou maldade das pior&#8221; ele não tenha se saído tão bem nessa.</p>
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